Lançamento: O Futuro de Nossas Crianças e Outros Ensaios

LANÇAMENTO DO LIVRO:
O Futuro de Nossas Crianças e Outros Ensaios
Autores: Élisée Reclus, Charles-Ange Laisant, Émilie Lamotte, Domela Nieuwenhuis e Jean Grave
Coedição: Biblioteca Terra Livre e Intermezzo Editorial.
Coleção Biblioteca da Educação Libertária

O livro é uma coletânea de folhetos escritos por cinco anarquistas que atuaram na Europa nos primeiros anos do século XX. Seguem os títulos dos capítulos do livro.

SUMÁRIO:
APRESENTAÇÃO – Rodrigo Rosa da Silva
O FUTURO DE NOSSAS CRIANÇAS – Élisée Reclus
A EDUCAÇÃO LIBERTÁRIA – Domela Nieuwenhuis
A EDUCAÇÃO DE AMANHÃ – Charles-Ange Laisant
A EDUCAÇÃO RACIONAL DA INFÂNCIA – Émilie Lamotte
ENSINO BURGUÊS E ENSINO LIBERTÁRIO – Jean Grave

Apresentação da obra por:
* Adriano Gonçalves Skoda: Mestre em Geografia pela Universidade São Paulo (2016), apresentando a dissertação “A recepção de Élisée Reclus no Brasil: uma narrativa científica”. É professor de Geografia no ensino médio e membro da Biblioteca Terra Livre.
* Rodrigo Rosa da Silva: Doutor em Educação pela Universidade São Paulo (2013), apresentando a tese Anarquismo, ciência e educação: Francisco Ferrer y Guardia e a rede de militantes e cientistas em torno do ensino racionalista (1890-1920). Professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE/USP). Atualmente é pesquisador no Grupo de Pesquisa Poder Político, Educação, Lutas Sociais (GPEL/USP) e membro da Biblioteca Terra Livre.

Entrada livre e gratuita sem necessidade de inscrição.
Inscrições pelo site da FEUSP para aquelas pessoas que desejarem certificado:

http://www3.fe.usp.br/secoes/inst/novo/eventos/detalhado.asp?num=3330

O livro estará à venda durante o evento.

Data: Quinta-feira, 17 de agosto, 19h
Local: Faculdade de Educação/USP – Sala 116 do Bloco B
Como chegar: goo.gl/TNCEqu

Para as pessoas que estão fora de São Paulo o livro pode ser adquirido aqui:

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A Greve Geral de 1917: História e Organização Anarquista

DEBATE: A Greve Geral de 1917: História e Organização Anarquista

Apresentação das pesquisas realizadas no Grupo de Estudos Greve Geral de 1917 ocorrido na Biblioteca Terra Livre.

A atividade pretende abordar os seguintes temas: antecedentes da Greve Geral de 1917 e o surgimento da organização anarquista sindicalista em São Paulo; os Congressos Operários de 1906 e 1913 e a Confederação Operária Brasileira (COB); a configuração da classe trabalhadora nos primeiros anos do século XX; mulheres, população negra e imigrantes no movimento grevista; o papel de greve geral revolucionária e da organização anarquista; mitos, fatos e interpretações sobre a Greve de 1917; reflexos da Greve; o caráter anarquista da Greve; a repressão e continuidade das lutas.

Os membros do grupo de estudos farão algumas falas introdutórias para levantar os principais temas e pontos relativos à Greve Geral de 1917 e logo após haverá espaço para perguntas, comentário e para realização de debate sobre tão importante episódio na luta pela emancipação social e para a organização das trabalhadoras e trabalhadores.

Essa é mais uma atividade promovida pelo Grupo de Estudos Greve Geral de 1917, ocorrido na Biblioteca Terra Livre e que integra um ciclo de atividades de difusão e pesquisa sobre o tema do Centenário da Greve Geral de 1917.

Dia: Segunda-feira, 07 de agosto de 2017

Horário: das 18h às 21h

Local: Auditório Nicolau Sevchenko FFLCH (Prédio de História e Geografia) – Cidade Universitária, Butantã, São Paulo/SP.

Observações:

* Será emitido certificado aos presentes que assinarem a lista com nome e email legíveis.
* A atividade ocorrerá no entre-aulas, por isso começará às 18h e se estenderá até 21h.

Algumas imagens da greve:

Educação e Sindicalismo na Greve Geral de 1917

DEBATE: Educação e Sindicalismo na Greve Geral de 1917
Debatedores: Rodrigo Rosa e Vitor Ahagon

Os processos de auto-organização e formação política das trabalhadoras e trabalhadores durante as primeiras décadas do século XX em São Paulo se debruçaram em especial sobre a importância da educação, em seus mais diferentes espaços. A fundação de bibliotecas, centros de cultura e escolas libertárias em consonância com as definições estabelecidas nos congressos operários em conjunto com as práticas de educação do movimento anarquista, tiveram ressonância em São Paulo, quando em 1912, foi fundada a Escola Moderna nº1 de São Paulo. Nos anos seguintes uma série de projetos educativos foram desenvolvidos, mesmo durante a Greve Geral de 1917. A participação de militantes como Adelino de Pinho, João Penteado, Maria Antonia Soares, Maria Angelina Soares e Florentino de Carvalho, são fundamentais para compreender o processo educativo desenvolvido entre e para o povo.

Essa é mais uma atividade promovida pelo Grupo de Estudos Greve Geral de 1917, ocorrido na Biblioteca Terra Livre e que integra um ciclo de atividades de difusão e pesquisa sobre o tema do Centenário da Greve Geral de 1917.

Sobre os debatedores:

Rodrigo Rosa: Doutor em Educação pela Universidade São Paulo (2013), apresentando a tese Anarquismo, ciência e educação: Francisco Ferrer y Guardia e a rede de militantes e cientistas em torno do ensino racionalista (1890-1920). Professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE/USP). Atualmente é pesquisador no Grupo de Pesquisa Poder Político, Educação, Lutas Sociais (GPEL/USP). Acesso à produção bibliográfica: https://usp-br.academia.edu/RodrigoRosa

Vitor Ahagon: Mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (2015), apresentando a dissertação A trajetória militante de Adelino de Pinho: passos anarquistas na educação e no sindicalismo. Atualmente é pesquisador no Grupo de Pesquisa Poder Político, Educação, Lutas Sociais (GPEL/USP).

Quinta-feira, 03 de agosto, a partir das 19h30 no Auditório da Faculdade de Educação-USP.

Endereço: Av. da Universidade, 308 – Butantã, São Paulo/SP.

Clique aqui para saber como chegar.

Confirme sua presença em: https://www.facebook.com/events/1929789477309816/

As Mulheres na Greve Geral de 1917

DEBATE: As Mulheres na Greve Geral de 1917

As mulheres tiveram uma intensa participação na construção e resistência durante a Greve Geral de 1917, para resgatar estas histórias, a historiadora Samanta Colhado e a artista Fernanda Grigolin realizarão um debate sobre estas mulheres no Centro de Cultura Social – SP, na próxima terça feira, dia 25.

O movimento paredista foi iniciado pelas tecelãs do Cotonifício Crespi em maio de 1917 e posteriormente tomou proporções inimagináveis para a época. As debatedoras também apresentarão a história das mulheres anarquistas e algumas de suas principais militantes, buscando também compreender o apagamento e o silenciamento das mulheres ao longo da história.

Essa é mais uma atividade promovida pelo Grupo de Estudos Greve Geral de 1917, ocorrido na Biblioteca Terra Livre e que integra um ciclo de atividades de difusão e pesquisa sobre o tema do Centenário da Greve Geral de 1917.

Sobre as debatedoras:

Fernanda Grigolin, artista, editora, pesquisadora-doutoranda em Artes Visuais na Unicamp. Atua há 15 anos com publicações, entre produção, edição e circulação. Realiza os projetos Tenda de Livros, Jornal de Borda e Arquivo 17.

Samanta Colhado Mendes, licenciada, bacharel e mestre em história pela Unesp-Franca. Dissertação de mestrado: As mulheres anarquistas na cidade de São Paulo (1889-1930). Atualmente, é professora de história na rede municipal de ensino de São Paulo e tutora no Claretiano (Centro Universitário).

TERÇA, 25/07, 19h no Centro de Cultura Social – SP.

Endereço: Rua General Jardim, 253 – Sala 22, São Paulo/SP.

Confirme sua presença em: https://www.facebook.com/events/249411602239519

OFICINA: Greve Geral de 1917 – Imagens e Representações do Anarquismo

No próximo domingo, dia 16, a Biblioteca Terra Livre promove a Oficina Greve Geral de 1917 – Imagens e Representações do Anarquismo no Centro de Cultura Social.

A atividade sobre a Greve Geral de 1917 se utilizará de imagens (fotos, caricaturas, charges, cartazes, etc) como material de apoio, a partir da Exposição sobre a Greve Geral de 1917 em cartaz no Centro de Cultura Social. A oficina pretende recontar o processo da Greve e as representações em disputa sobre este fato histórico da classe trabalhadora.

Este trabalho é resultado de pesquisas do Grupo de Estudos Greve Geral de 1917, ocorrido na Biblioteca Terra Livre.

DOMINGO, 16/07, 16h

Centro de Cultura Social (CCS/SP)

Rua General Jardim, 253 – Sala 22, São Paulo/SP.

Confirme sua presença em: https://www.facebook.com/events/1580898818620974/