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Antinomia #19: A Ocupação Guarani no Jaraguá


Conversamos sobre a Ocupação Guarani no Jaraguá, na cidade de São Paulo, e a relação entre as lutas dos povos originários e o anarquismo. Contamos com a presença de João Branco, professor da Faculdade de Educação da USP (FE-USP) e com o relato de Anthony, falando sobre a Ocupação Yary Ty. Escuta aí!

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Antinomia #18: Greve dos Petroleiros

No programa de hj conversamos sobre a greve dos petroleiros. Apesar da categoria estar mobilizada desde o dia 1 d fevereiro, pouco tem se falado na mídia sobre a #greve. Tb comentamos sobre como o #anarquismo vê as greves como formas de ação direta. Dá play e vem com a gente!

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Antinomia #17: A rua em disputa

Já faz alguns anos, vemos a direita realizando uma série de manifestações de rua buscando disputar esse espaço que tradicionalmente era ocupado pela esquerda. Nesse episódio, discutimos essa disputa, como o movimento anarquista usou as ruas como instrumento de luta em 1917 e como os movimentos sociais de hoje enfrentam os poderes do capital e do Estado. Vem com a gente!

Disponível online em: Megafono | Spotfy | Apple Podcast

Grupo de Estudos de História do Anarquismo – 13/02

O Grupo de Estudos de História do Anarquismo voltou! Dessa vez, vamos estudar a Internacional ou também conhecida como Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT). Para tanto, vamos debater o livro A Internacional de Benoît Malon, publicado pela editora Imaginário e IEL.

Se quiser participar do nosso encontro mande um e-mail para bibliotecaterralivre@gmail.com e se quiser adquirir o livro, mande uma mensagem para aquele que traduziu e editou essa obra, Plinio Augusto Coêlho, ou fale diretamente conosco.

Nosso encontro será 13/02, vem com a gente!

 

Encontros e experiências no Rio de Janeiro

A Biblioteca Terra Livre e o Laboratório de Educação Anarquista iniciaram 2019 com uma visita ao Rio de Janeiro. A viagem teve como objetivo duas atividades de lançamento do livro ilustrado “A flor”.O primeiro lugar que nos recebeu com muito carinho, no sábado 12.01, foi a Roça, espaço comunitário na favela do Morro do Timbau – complexo da Maré, que veio a existir em meados de 2010 com a proposta de trabalhar coletivamente e em autogestão na distribuição de produtos de pequenos agricultores agroecológicos e produtos naturais e com isso ganhar um certo grau de autonomia. A Roça também dedica sua energia a um cineclube e uma pequena biblioteca para as crianças da região.

O primeiro passo do dia foi, ao fim da tarde, montar a exposição dos tecidos bordados a mão que deram origem as ilustrações do livro em questão. Essa movimentação chamou a atenção de algumas crianças que moram por perto e logo havia uma boa turma, de idades diversas, para participar da atividade. Na calçada da lojinha da Roça foi improvisado um canto de leitura e ali mediamos alguns livros, dentre eles “A flor”. Partindo da leitura e da exposição dos bordados originais, conversamos um pouco sobre a história do livro e seu processo de produção. Aguçada a curiosidade sobre o bordado, mostramos as linhas e as agulhas e partimos para a oficina. Nela, as crianças e adultos puderam experimentar essa linguagem e criar, a partir das linhas, seus próprios bordados com temas variados. Foi muito especial poder conhecer essas crianças e contribuir um pouquinho nesse trabalho sério desenvolvido pela galera da Roça. Por fim ainda tomamos algumas das deliciosas cervejas produzidas por elas e eles. Valeu demais Roça!!! Pra quem não conhece vale dar uma olhada no site https://roca-rio.com/ e quando estiver no RJ já sabe um lugar foda pra colar e somar.

Já no domingo dia 13.01 quem nos recebeu com o mesmo carinho foi a Casa Cultural Formiga Preta, no complexo do Alemão. O espaço busca descentralizar e okupar seja com a biblioteca comunitária, plantio ou atividades em eventos ou mutirões, buscando autonomia e transformação.

O dia na Formiga Preta começou cedo, com a arrumação de parte do acervo da biblioteca comunitária seguida de um delicioso almoço. De barriga cheia começamos a mexer com linhas e agulhas de crochê e logo estávamos prontos para a oficina. Montada a exposição, reunimos o pessoal numa sala (dessa vez apenas adultos, diferentemente do dia anterior) e falamos sobre a produção do livro “A flor” e também do projeto editorial do LEA e da BTL. Partimos então para a mão na massa e todo mundo bordou um bocado. O dia terminou tarde, com roda de jongo, capoeira e coco. Foi mais uma experiência animal de cooperação que nos inspirou muito para continuar o nosso corre. Valeu demais Formiga Preta!!! Tá aí mais um lugar pra fortalecer no RJ!

Nessa viagem ainda deu pra colar e trocar ideia com o pessoal da Escola Quilombista Dandara dos Palmares, da Biblioteca Fábio Luz e do Espaço Outrx.

Voltamos pra SP cheios de força e inspiração.

Valeu camaradas!